Não sei o que aconteceu. Fins de ano nunca me atingem, mas hoje me atingiu... Não sei porquê. Aliás, sei...
Tomei uma decisão que me fez ficar muito triste por muito tempo - ainda me deixa assim -, mas é o que eu devo fazer: Sair da UFG. Já até chorei por esta decisão... É muito medo... Medo de perder o que criei lá.
Lá onde eu criei amigos queridos os quais nunca vou esquecê-los.
Esse post é dedicado àqueles que fazem parte da minha vida, sendo de forma diária, indireta ou direta.
Felipe, sou bastante grata por ter te conhecido. Tem sido um grande amigo ao meu lado, me fazendo companhias nas viagens diárias para o Samambaia, das nossas conversas na FAV e das nossas besteiras. Segredos, coisas amorosas, quanta coisa aconteceu. Você é um amigo querido, e te adoro muito. Não esquecerei de ti, e ainda vou te dar muita carona pra UFG e ainda farei vários chocolates de panela pra você :)
Segunda turma de DPA (2011/2): Também sentirei falta de todos vocês. Maior parte da nossa turma decidiu também outros rumos, mas espero que o contato não acabe. Vocês são especiais. Mesmo que a maioria vá para outros lugares, vamos continuar nos vendo?! Marquemos uma saideira, paguemos várias rodadas de cerveja. E para aqueles que vão ficar, mantenha informados àqueles que irão sair do curso. Para rirmos dos novos professores, ou xingá-los por vocês. Hehe. Obrigada turma, pelos momentos legais que aconteceram dentro da EMAC.
Não sei, não estou boa para escrever. Irei modificar o post aos poucos, até que ele fique ao meu agrado e ao agrado dos leitores. Sei que está carecendo emoção nas coisas que escrevi, mas foi o máximo que consegui.
É tão difícil transmitir nossos sentimentos em formas de palavras. Eu sei, é complicado. É uma tarefa árdua.
Para quem não foi citado, não se preocupe. Este texto será modificado com o passar do tempo, dos dias.. Enfim. Não tá completo.
E por favor, desconsiderem os erros de português. Escrevi com pressa.
Here is the dream theater. // Diário de sobrevivência: uma eterna romântica em um mundo frio.
quinta-feira, dezembro 01, 2011
quinta-feira, novembro 24, 2011
Instabilidade em pessoa. // (fluxo de consciência?)
Há tempos não posto aqui. Não é por falta de tempo, e sim por falta de inspiração divina, por não saber escrever e nem expressar os sentimentos - que por incrível que pareça, consigo ter -.
Não sei o que me deu agora, mas resolvi escrever. E desta vez, escrevo algo pessoal...
Como o próprio título que dei a este post, falarei do quão instável meu ser é. Ora sinto-me infeliz, idiota, sem saber o que está fazendo nesse mundo tão perdido; ora sinto-me melhor, não sei se feliz, mas eu diria bem. Em alguns dias estive extremamente bem.
Mas eu só permaneço neste estado ('extremamente bem') em questão de segundos, em horas talvez.
Pelo visto ainda não me superei ao fato de eu não ser a pessoa que eu gostaria que fosse. Uma pessoa mais inteligente, mais bonita - confesso que eu importo com a beleza -...
Ah sei lá, não estou inspirada.
Não sou, nunca fui. Nunca serei.
Acho melhor acabar por aqui... A única coisa que desejo neste momento é abraçar e conversar com o travesseiro... O melhor amigo, eu diria.
Ah... Como eu gostaria... Como eu gostaria...
Desordem mental. Desordem. Desejos. Desejos.
Ah, como eu sou uma IDIOTA.
...
Não sei o que me deu agora, mas resolvi escrever. E desta vez, escrevo algo pessoal...
Como o próprio título que dei a este post, falarei do quão instável meu ser é. Ora sinto-me infeliz, idiota, sem saber o que está fazendo nesse mundo tão perdido; ora sinto-me melhor, não sei se feliz, mas eu diria bem. Em alguns dias estive extremamente bem.
Mas eu só permaneço neste estado ('extremamente bem') em questão de segundos, em horas talvez.
Pelo visto ainda não me superei ao fato de eu não ser a pessoa que eu gostaria que fosse. Uma pessoa mais inteligente, mais bonita - confesso que eu importo com a beleza -...
Ah sei lá, não estou inspirada.
Não sou, nunca fui. Nunca serei.
Acho melhor acabar por aqui... A única coisa que desejo neste momento é abraçar e conversar com o travesseiro... O melhor amigo, eu diria.
Ah... Como eu gostaria... Como eu gostaria...
Desordem mental. Desordem. Desejos. Desejos.
Ah, como eu sou uma IDIOTA.
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segunda-feira, outubro 03, 2011
terça-feira, julho 19, 2011
O que quer que seja...
Untitled.
Em meados de março deste ano, aconteceu uma coisa que desde então, mudou o que eu tinha de ideias no mundo musical. Neste mês, três idiotas invadiram na casa de meus pais no momento em que eles estavam lá, foi um momento de tensão. Não fizeram nada com eles, ao menos isso. E levaram poucas coisas com a invasão, apenas dinheiro, gps, celulares e minha guitarra. E como alguns já sabem, eu não moro mais com meus pais, e eles moram numa cidade longe da capital, onde vivo atualmente - Goiânia.
O mais engraçado de tudo isso é o que estava planejado. Eu estava num momento de muita vontade de voltar a tocar guitarra, e havia combinado que numa segunda ela seria entregue no meu apto. E eis que o acontecimento mencionado no primeiro parágrafo ocorre, num desses sábado de março.
Desde então, soube o que aconteceu, no começo eu não me conformava, hoje já não vejo mais motivo pra insistir em vida musical. Alguns bem sabem que eu quero ser produtora musical, pois bem, não deixei de querer. Mas deixei de querer saber tocar algo. Não é de hoje que eu venho tentar arranhar algumas coisas, fazer um acorde bem feito e dar uma palhetada. Há 5 anos que eu tento isso. Ok, não dá pra negar que eu sei tocar algo, mas nada que chegue perto de onde eu gostaria.
E andei pensando, pra quê outra guitarra? Pra insistir nisso? Se eu sei aonde isso vai parar? Acho que não tenho talento para isso, ou alguma coisa que me impeça a fazer algo musicalmente. Há algum tempo que eu venho pensando em cantar, já que eu adoro fazer isso por hobby. Bem, é só uma ideia abstrata, nada definida.
Aquele tesão em tocar guitarra, aquela vontade, aquela paixão por guitarras parece ter desaparecido assim como o meu eu anda desaparecendo aos poucos. Sabe, eu queria ser foda em algo. Mas nem em ser gente eu consigo hahaha. É engraçado né?!
Engraçado de como as coisas são tão contrárias de como gostaríamos. De como elas gostam de ser amargas. De como nós conseguimos ficar amargos perante a elas.
É, não tenho mais nada a dizer a respeito disso. Só digo que acabou... E não sei se isso é uma fase, mas... whatever.
Em meados de março deste ano, aconteceu uma coisa que desde então, mudou o que eu tinha de ideias no mundo musical. Neste mês, três idiotas invadiram na casa de meus pais no momento em que eles estavam lá, foi um momento de tensão. Não fizeram nada com eles, ao menos isso. E levaram poucas coisas com a invasão, apenas dinheiro, gps, celulares e minha guitarra. E como alguns já sabem, eu não moro mais com meus pais, e eles moram numa cidade longe da capital, onde vivo atualmente - Goiânia.
O mais engraçado de tudo isso é o que estava planejado. Eu estava num momento de muita vontade de voltar a tocar guitarra, e havia combinado que numa segunda ela seria entregue no meu apto. E eis que o acontecimento mencionado no primeiro parágrafo ocorre, num desses sábado de março.
Desde então, soube o que aconteceu, no começo eu não me conformava, hoje já não vejo mais motivo pra insistir em vida musical. Alguns bem sabem que eu quero ser produtora musical, pois bem, não deixei de querer. Mas deixei de querer saber tocar algo. Não é de hoje que eu venho tentar arranhar algumas coisas, fazer um acorde bem feito e dar uma palhetada. Há 5 anos que eu tento isso. Ok, não dá pra negar que eu sei tocar algo, mas nada que chegue perto de onde eu gostaria.
E andei pensando, pra quê outra guitarra? Pra insistir nisso? Se eu sei aonde isso vai parar? Acho que não tenho talento para isso, ou alguma coisa que me impeça a fazer algo musicalmente. Há algum tempo que eu venho pensando em cantar, já que eu adoro fazer isso por hobby. Bem, é só uma ideia abstrata, nada definida.
Aquele tesão em tocar guitarra, aquela vontade, aquela paixão por guitarras parece ter desaparecido assim como o meu eu anda desaparecendo aos poucos. Sabe, eu queria ser foda em algo. Mas nem em ser gente eu consigo hahaha. É engraçado né?!
Engraçado de como as coisas são tão contrárias de como gostaríamos. De como elas gostam de ser amargas. De como nós conseguimos ficar amargos perante a elas.
É, não tenho mais nada a dizer a respeito disso. Só digo que acabou... E não sei se isso é uma fase, mas... whatever.
sábado, julho 16, 2011
Phrase: [II]
Você sabe que é íntimo de alguém quando o silêncio entre vocês não é algo desconfortável.
Creio que essa frase seja do filme Pulp Fiction...
Atualização meio que forçada. Só.
Tchau.
Creio que essa frase seja do filme Pulp Fiction...
Atualização meio que forçada. Só.
Tchau.
domingo, junho 26, 2011
Anonimato.
Eu gostaria de ser anônima. No sentido de todos não saberem quem sou, com quem moro. Melhor dizendo, gostaria que eu nem fosse um ser humano que veio por conta de uma relação íntima dessa espécie.
Gostaria de ser do tipo Cheshire. Aparece quando quer, pra presenciar e não viver.
Mas já que é impossível, temos que sofrer, respirar, fazer coisas que tampouco passam por nossas cabecinhas ridículas.
Ter que ser uma pessoa ridícula, que sorri, que tem sentimentos... Desnecessário, não?
Se fosse possível, ao menos, que seus pais soubessem nem quem sou eu...
Simples,
porém, impossível.
H.
Gostaria de ser do tipo Cheshire. Aparece quando quer, pra presenciar e não viver.
Mas já que é impossível, temos que sofrer, respirar, fazer coisas que tampouco passam por nossas cabecinhas ridículas.
Ter que ser uma pessoa ridícula, que sorri, que tem sentimentos... Desnecessário, não?
Se fosse possível, ao menos, que seus pais soubessem nem quem sou eu...
Simples,
porém, impossível.
H.
domingo, maio 01, 2011
Schatten: As faltas e o nunca.
Se estamos fadados a ficar sozinhos... Acabamos por nos sentir necessitados daquilo que nunca presenciou. Ou até mesmo quando você percebe que sente falta daquilo que nunca terá novamente.
Nunca.
É.. É isso.
Os relacionamentos, sejam eles sociais, amorosos ou amistosos... São complexos...
Quando algo rompe, ou quando algo fica por um triz, você percebe o quão sem sentido tudo ficou. Ou talvez. Sei lá. Nunca-se sabe.
[às vezes] Nunca.
H.
[Só para atualizar, acho. Ou sei lá.
Desculpe-me por algo. Seja erro de concordância ou até mesmo, grafia....Quando a tentativa de desabafar é algo fracassado - como o meu caso -, nada sai conforme queremos.]
Nunca.
É.. É isso.
Os relacionamentos, sejam eles sociais, amorosos ou amistosos... São complexos...
Quando algo rompe, ou quando algo fica por um triz, você percebe o quão sem sentido tudo ficou. Ou talvez. Sei lá. Nunca-se sabe.
[às vezes] Nunca.
H.
[Só para atualizar, acho. Ou sei lá.
Desculpe-me por algo. Seja erro de concordância ou até mesmo, grafia....Quando a tentativa de desabafar é algo fracassado - como o meu caso -, nada sai conforme queremos.]
quinta-feira, março 31, 2011
Schatten: So alone.
O fato é que... Estamos fadados a ficarmos sozinhos.
Por mais que, o desejo de ter amizade, de se envolver emocionalmente com alguma pessoa é sempre alto. Em outro nome, são desejos utópicos...
Só.
Só...
[Deixo aqui, uma atenção ao post do Dan em seu blog que, por coincidência, pensávamos em um mesmo assunto, porém ele abordou de uma outra forma.
Post: [Sadicamente Doce] Confusões parte I - Amizade acima de tudo]
Adeus.
Por mais que, o desejo de ter amizade, de se envolver emocionalmente com alguma pessoa é sempre alto. Em outro nome, são desejos utópicos...
Só.
Só...
[Deixo aqui, uma atenção ao post do Dan em seu blog que, por coincidência, pensávamos em um mesmo assunto, porém ele abordou de uma outra forma.
Post: [Sadicamente Doce] Confusões parte I - Amizade acima de tudo]
Adeus.
quarta-feira, março 09, 2011
Um texto qualquer/conto/whatever...
"Os dois sentados um frente ao outro, pela tarde a transformar-se lenta em noite, em madrugada, em cinza"
Caio Fernando Abreu
H.
_____________________________________________________
Desculpem-me se tiver algum erro.
O "conto" está sim, um lixo. Mas foi o consegui no momento. E às pressas, o que tornou essa merda com alguns erros de concordância e erros temporais. Enfim, é isso. Só para atualizar o blog.
Caio Fernando Abreu
Era uma tarde. E a tarde parecia calma, calma. Estava ela sentada na poltrona quando resolve levantar. Ela começa a caminhar em passos leves a procura de um livro para matar o tédio que ali se consumia. Luiza havia comprado alguns livros há alguns meses, mas nunca pegara nenhum deles para ler e nesta tarde, ela havia lembrado dos livros. Será que era por causa do tédio, mesmo, que ela estava desejando que seu tempo corresse?
Ela apenas espera, há dias, algum sinal vindo daquela pessoa que desaparecera sem dar notícias e nem rastros. Ah, como a saudade andava ao seu lado nesses dias, e como o teu cérebro andava submersos aos pensamentos.
Luiza pensou que cairia bem um frapuccino antes de iniciar sua leitura. No meio de seu trajeto até a cozinha, a campainha tocou. Seu coração começara a bater em ritmo acelerado, sua respiração parara por alguns míseros segundos. Neste exato momento, ela estivera pensando quem é que procuraria por ela nesta tarde. "É você? Por favor.", disseram seus pensamentos.
No mesmo instante em que ela abrira a porta, ficara pálida e sem voz. Não conseguia dizer nada mais do que ficar em olhar fixo nos olhos dele.
- Oi. - ah, aquele seu "oi" morto.
Luiza o convida para entrar e oferece Frapuccino e em sua mente começa a passar lembranças, dos dois quando saíam para tomar um Frapuccino. Ah, como pareciam felizes.
O Frapuccino era um gosto em comum entre ambos. Adoravam e tomavam sempre que podiam. E por coincidência, Luiza estava prestes a preparar o seu frapuccino. Mas ele segura a mão dela, e aperta os lábios como quem quer falar algo, mas não consegue abrir a boca, fica apenas mudo e imóvel. E continua a trocar aqueles olhares, os dois sabiam que mesmo que não falassem nada, iriam longe naquela tarde.
A tarde, que estava tão lenta, ficara mais lenta ainda. Ele a envolveu em seus braços, afundando sua cabeça em seu peito, e começa a fazer cafuné em seu cabelo.
- Ah, como senti sua falta. - murmurou Luiza.
- Não diga nada, querida. - E lhe dá um beijo. Ah, o beijo que ela tanto esperara depois de meses e meses sem notícias. E tudo pareceu tão mais claro e belo.
E os dois trocavam sorrisos e iam andando a caminho do quarto. Tranca-se a porta, os dois caem na cama entre sorrisos, abraços e olhares.
E já era noite.
Tiveram a melhor noite da vida. E depois de carícias, beijos e amor sob a cama, os dois caem no descanso, cobertos e com os braços entrelaçados.
No meio da madrugada, que parecia cinza, ele se levantou calmo, para não acordá-la. O relógio marcava quatro da manhã.
"Infelizmente, tenho de ir, minha querida. Adorei a noite, foi tão bela.". Queria que ela ouvisse tais palavras, mas o destino era outro...
E saíra do quarto. E saíra da casa, para nunca mais voltar.
E a madrugada cinza é encerrada por um adeus, que ela presenciara de outra forma, mas sem ouvir essa palavra dura e fria.
H.
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Desculpem-me se tiver algum erro.
O "conto" está sim, um lixo. Mas foi o consegui no momento. E às pressas, o que tornou essa merda com alguns erros de concordância e erros temporais. Enfim, é isso. Só para atualizar o blog.
sábado, janeiro 15, 2011
Nothing.
That's all I want... But the "all" is utopia.
So, stop dreaming and wake up now.
[Só para não deixar o blog largado. Ando sem ideias e sem vontade (em outras palavras, sem inspiração) para escrever.
Estou pensando na possibilidade de excluir o blog.]
So, stop dreaming and wake up now.
[Só para não deixar o blog largado. Ando sem ideias e sem vontade (em outras palavras, sem inspiração) para escrever.
Estou pensando na possibilidade de excluir o blog.]
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