Here is the dream theater. // Diário de sobrevivência: uma eterna romântica em um mundo frio.
segunda-feira, outubro 15, 2012
"É muito veneno pra pouca presa"
Só estou aqui para dizer o quanto estou CANSADA de ver panelinhas. É triste isso.
Não, não levarei esta discussão adiante. Não vale a pena. Aliás, eu quero discutir, mas... é inútil, e só vai piorar as coisas pra mim.
Só digo uma coisa para vocês, leitores... É muito veneno pra UMA presa.
Adeus.
(Créditos para a frase usada no título: Vikki - uma pessoa que eu sei que posso chamá-lo de amigo).
quarta-feira, maio 23, 2012
Filmes.
Hoje
farei um post diferente. Não terá conteúdo que expresse o meu sentimento ou meu
estado de espírito do momento, é apenas um "lembrete" e por querer
discutir um pouco - mesmo que sozinha - a respeito disto. Logo, não estranhem,
eu vou fazer mais posts do tipo. Ou não.
Como
alguns sabem, sou estudante de cinema/audiovisual. Logo, estou conhecendo mais
filmes e quem me conhece, sabe que adoro a estética do cinema mudo. O preto e
branco, a péssima qualidade, os ruídos. E venho então, conhecendo vários filmes
com essa estética, com recomendação do meu professor da disciplina História do
Cinema.
Alguns
dos filmes que listarei abaixo são filmes que o professor passou como forma de dar exemplos em algo estudado na disciplina, como por exemplo: a decupagem clássica,
o primeiro cinema, realismo e naturalismo do cinema de época, as ideias de
famosos cineastas, burlesco; enfim, são várias características e estudos da
estética cinematográfica de época.
Filmes
vistos durante as aulas e estudados, seguidos de link do IMDB para maiores
informações a quem interessar.
- True
Heart Susie, de Griffith. (1919) http://www.imdb.com/title/tt0010806/
- The Birth
of a Nation, Griffith. (1915) http://www.imdb.com/title/tt0004972/
- Safety
Last!, Harold Lloyd. (1923) http://www.imdb.com/title/tt0014429/
- The
battleship Potemkin, de Eisenstein. (1925)
http://www.imdb.com/title/tt0015648/
(esse eu ainda não terminei de ver)
A lista não está completa, não consigo lembrar todos os
nomes dos filmes. Mas assim que eu lembrar atualizarei a postagem. (como se
isso realmente fosse de interesse de alguém).
É.. Até.
sábado, maio 19, 2012
É uma saudade que bate e me deixa com vontade de...
... de ir aonde posso te presenciar, te ter por perto. Mas enquanto não estou por perto, acabo pensando nas besteiras, nas merdas que fiz contigo no passado e começo a me culpar constantemente, às vezes até chorar. Como pude ser tão estúpida?
É só revendo as coisas que passaram por nós para percebermos o valor que cada pessoa tem no nosso coração e mente. Minha vontade é te abraçar, mas isso ainda é tão difícil fazer. Você sabe, eu sou uma pessoa dificílima de demonstrar sentimentos, tenho uma personalidade forte e sou fria na maioria das vezes. Mas não é por querer sou assim contigo. É, talvez, vergonha de ser o que sou e ter feito o que fiz.
Só espero que não seja tarde demais em falar que eu te amo e que você é a pessoa de ouro da minha vida...
Obrigada por tudo...
[ É, é uma carta aberta, e os leitores (se é que eu tenho) não sabe pra quem escrevo e prefiro que fique assim. ]
É só revendo as coisas que passaram por nós para percebermos o valor que cada pessoa tem no nosso coração e mente. Minha vontade é te abraçar, mas isso ainda é tão difícil fazer. Você sabe, eu sou uma pessoa dificílima de demonstrar sentimentos, tenho uma personalidade forte e sou fria na maioria das vezes. Mas não é por querer sou assim contigo. É, talvez, vergonha de ser o que sou e ter feito o que fiz.
Só espero que não seja tarde demais em falar que eu te amo e que você é a pessoa de ouro da minha vida...
Obrigada por tudo...
[ É, é uma carta aberta, e os leitores (se é que eu tenho) não sabe pra quem escrevo e prefiro que fique assim. ]
domingo, janeiro 29, 2012
Schatten: Sentido.
Já imaginaste como seria sua vida sem as coisas que te rodeiam atualmente?
Se você sumir sem dar satisfações, pistas, como seria...? Você acha que alguém tentaria te procurar? Como seria seu retorno? Com boas recepções? Ou com uma frieza inesperada?
Sabe... A vontade que tenho atualmente é só pegar algumas mudas de roupas e sumir do mundo e das pessoas. Viajar, quem sabe. Sem telefone, sem qualquer tipo de comunicação, uma exclusão completa do que foi seu mundo para um novo. Mas, com intenção. Intenções emocionais, psicológicas.
Saber o que aconteceu durante seu sumiço e o seu retorno... Acho eu, que se eu fizesse isso e ficasse seis meses sem comunicar e sem sinais de vidas, não seria mais lembrada. Não teria alguém sentindo minha falta, ou comentando sobre meu sumiço para outrem.
O que me faz pensar qual o sentido de querer se envolver na sociedade? Qualquer tipo de envolvimento. Pode ser amoroso, afetivo, parental...
Se tudo está fadado para ser esquecido, por que ainda prossigo a minha vida? Ela já é tão miúda, sumindo, seria apenas um grão de areia. Ou você já é um grão e não percebe. [fluxo]
E ainda corremos o risco de, ao desaparecermos sem avisar, perder a amizade de quem realmente valorizava imediatamente. Afinal, as coisas podem esfriar, não é mesmo?
Um resumo do que seria meu sumiço:
Talvez eu escolhesse a Europa. E ficaria em algum vilarejo alemão, desconhecido. Em épocas de nevar... O local fica maravilhoso. A situação meteorológica ilustra perfeitamente a minha vida . A depressão de um mundo nojento, cinzento. Em tempos "normais", sairia, viajando de trem, para cidades vizinhas. Compraria vários livros, tomaria vários chocolates quentes. Quanto às pessoas do vilarejo, pouco teria contato com elas. A ideia seria evitar qualquer tipo de contato humano. O único contato existente e proposto por mim seria os livros. Nada mais.
E o meu retorno? Chego em casa, percebo a diferença. As coisas já ficaram mais velhas. As pessoas daquela casa, que eu deixei pra trás, me olham com cara de dúvida. Querem perguntar o que houve, mas não vê motivos para fazer, afinal... Eles sabem que as tentativas de querer entender a situação serão em vão. Vou ao meu quarto, deixo uma pequena mala no canto e percebo o quão frio meu quarto está. Pego a moto, saio pela cidade. Percebo que ninguém me reconhece ou talvez reconhecessem, mas não fizeram alvoroço. Vejo aquelas pessoas que anteriormente, que eu chamava de amigos. Só aperto de mão e um breve comentário, seja lá qual for ("você sumiu!" "Estranha!").
.
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.
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Qual o sentido?
Se você sumir sem dar satisfações, pistas, como seria...? Você acha que alguém tentaria te procurar? Como seria seu retorno? Com boas recepções? Ou com uma frieza inesperada?
Sabe... A vontade que tenho atualmente é só pegar algumas mudas de roupas e sumir do mundo e das pessoas. Viajar, quem sabe. Sem telefone, sem qualquer tipo de comunicação, uma exclusão completa do que foi seu mundo para um novo. Mas, com intenção. Intenções emocionais, psicológicas.
Saber o que aconteceu durante seu sumiço e o seu retorno... Acho eu, que se eu fizesse isso e ficasse seis meses sem comunicar e sem sinais de vidas, não seria mais lembrada. Não teria alguém sentindo minha falta, ou comentando sobre meu sumiço para outrem.
O que me faz pensar qual o sentido de querer se envolver na sociedade? Qualquer tipo de envolvimento. Pode ser amoroso, afetivo, parental...
Se tudo está fadado para ser esquecido, por que ainda prossigo a minha vida? Ela já é tão miúda, sumindo, seria apenas um grão de areia. Ou você já é um grão e não percebe. [fluxo]
E ainda corremos o risco de, ao desaparecermos sem avisar, perder a amizade de quem realmente valorizava imediatamente. Afinal, as coisas podem esfriar, não é mesmo?
Um resumo do que seria meu sumiço:
Talvez eu escolhesse a Europa. E ficaria em algum vilarejo alemão, desconhecido. Em épocas de nevar... O local fica maravilhoso. A situação meteorológica ilustra perfeitamente a minha vida . A depressão de um mundo nojento, cinzento. Em tempos "normais", sairia, viajando de trem, para cidades vizinhas. Compraria vários livros, tomaria vários chocolates quentes. Quanto às pessoas do vilarejo, pouco teria contato com elas. A ideia seria evitar qualquer tipo de contato humano. O único contato existente e proposto por mim seria os livros. Nada mais.
E o meu retorno? Chego em casa, percebo a diferença. As coisas já ficaram mais velhas. As pessoas daquela casa, que eu deixei pra trás, me olham com cara de dúvida. Querem perguntar o que houve, mas não vê motivos para fazer, afinal... Eles sabem que as tentativas de querer entender a situação serão em vão. Vou ao meu quarto, deixo uma pequena mala no canto e percebo o quão frio meu quarto está. Pego a moto, saio pela cidade. Percebo que ninguém me reconhece ou talvez reconhecessem, mas não fizeram alvoroço. Vejo aquelas pessoas que anteriormente, que eu chamava de amigos. Só aperto de mão e um breve comentário, seja lá qual for ("você sumiu!" "Estranha!").
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Qual o sentido?
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