domingo, janeiro 29, 2012

Schatten: Sentido.

Já imaginaste como seria sua vida sem as coisas que te rodeiam atualmente?
Se você sumir sem dar satisfações, pistas, como seria...? Você acha que alguém tentaria te procurar? Como seria seu retorno? Com boas recepções? Ou com uma frieza inesperada?

Sabe... A vontade que tenho atualmente é só pegar algumas mudas de roupas e sumir do mundo e das pessoas. Viajar, quem sabe. Sem telefone, sem qualquer tipo de comunicação, uma exclusão completa do que foi seu mundo para um novo. Mas, com intenção. Intenções emocionais, psicológicas.
Saber o que aconteceu durante seu sumiço e o seu retorno... Acho eu, que se eu fizesse isso e ficasse seis meses sem comunicar e sem sinais de vidas, não seria mais lembrada. Não teria alguém sentindo minha falta, ou comentando sobre meu sumiço para outrem.
O que me faz pensar qual o sentido de querer se envolver na sociedade? Qualquer tipo de envolvimento. Pode ser amoroso, afetivo, parental...

Se tudo está fadado para ser esquecido, por que ainda prossigo a minha vida? Ela já é tão miúda, sumindo, seria apenas um grão de areia. Ou você já é um grão e não percebe. [fluxo]
E ainda corremos o risco de, ao desaparecermos sem avisar, perder a amizade de quem realmente valorizava imediatamente. Afinal, as coisas podem esfriar, não é mesmo?

Um resumo do que seria meu sumiço:
Talvez eu escolhesse a Europa. E ficaria em algum vilarejo alemão, desconhecido. Em épocas de nevar... O local fica maravilhoso.  A situação meteorológica ilustra perfeitamente a minha vida . A depressão de um mundo nojento, cinzento. Em tempos "normais", sairia, viajando de trem, para cidades vizinhas. Compraria vários livros, tomaria vários chocolates quentes. Quanto às pessoas do vilarejo, pouco teria contato com elas. A ideia seria evitar qualquer tipo de contato humano. O único contato existente e proposto por mim seria os livros. Nada mais.

E o meu retorno? Chego em casa, percebo a diferença. As coisas já ficaram mais velhas. As pessoas daquela casa, que eu deixei pra trás, me olham com cara de dúvida. Querem perguntar o que houve, mas não vê motivos para fazer, afinal... Eles sabem que as tentativas de querer entender a situação serão em vão. Vou ao meu quarto, deixo uma pequena mala no canto e percebo o quão frio meu quarto está. Pego a moto, saio pela cidade. Percebo que ninguém me reconhece ou talvez reconhecessem, mas não fizeram alvoroço. Vejo aquelas pessoas que anteriormente, que eu chamava de amigos. Só aperto de mão e um breve comentário, seja lá qual for ("você sumiu!" "Estranha!").


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Qual o sentido?

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Friends... Why so important?

Não sei o que aconteceu. Fins de ano nunca me atingem, mas hoje me atingiu... Não sei porquê. Aliás, sei...
Tomei uma decisão que me fez ficar muito triste por muito tempo - ainda me deixa assim -, mas é o que eu devo fazer: Sair da UFG. Já até chorei por esta decisão... É muito medo... Medo de perder o que criei lá.


Lá onde eu criei amigos queridos os quais nunca vou esquecê-los.

Esse post é dedicado àqueles que fazem parte da minha vida, sendo de forma diária, indireta ou direta.

Felipe, sou bastante grata por ter te conhecido. Tem sido um grande amigo ao meu lado, me fazendo companhias nas viagens diárias para o Samambaia, das nossas conversas na FAV e das nossas besteiras. Segredos, coisas amorosas, quanta coisa aconteceu. Você é um amigo querido, e te adoro muito. Não esquecerei de ti, e ainda vou te dar muita carona pra UFG e ainda farei vários chocolates de panela pra você :)


Segunda turma de DPA (2011/2): Também sentirei falta de todos vocês. Maior parte da nossa turma decidiu também outros rumos, mas espero que o contato não acabe. Vocês são especiais. Mesmo que a maioria vá para outros lugares, vamos continuar nos vendo?! Marquemos uma saideira, paguemos várias rodadas de cerveja. E para aqueles que vão ficar, mantenha informados àqueles que irão sair do curso. Para rirmos dos novos professores, ou xingá-los por vocês. Hehe. Obrigada turma, pelos momentos legais que aconteceram dentro da EMAC.

Não sei, não estou boa para escrever. Irei modificar o post aos poucos, até que ele fique ao meu agrado e ao agrado dos leitores. Sei que está carecendo emoção nas coisas que escrevi, mas foi o máximo que consegui.
É tão difícil transmitir nossos sentimentos em formas de palavras. Eu sei, é complicado. É uma tarefa árdua.

Para quem não foi citado, não se preocupe. Este texto será modificado com o passar do tempo, dos dias.. Enfim. Não tá completo.
E por favor, desconsiderem os erros de português. Escrevi com pressa.

quinta-feira, novembro 24, 2011

Instabilidade em pessoa. // (fluxo de consciência?)

Há tempos não posto aqui. Não é por falta de tempo, e sim por falta de inspiração divina, por não saber escrever e nem expressar os sentimentos - que por incrível que pareça, consigo ter -.
Não sei o que me deu agora, mas resolvi escrever. E desta vez, escrevo algo pessoal...

Como o próprio título que dei a este post, falarei do quão instável meu ser é. Ora sinto-me infeliz, idiota, sem saber o que está fazendo nesse mundo tão perdido; ora sinto-me melhor, não sei se feliz, mas eu diria bem. Em alguns dias estive extremamente bem.
Mas eu só permaneço neste estado ('extremamente bem') em questão de segundos, em horas talvez.

Pelo visto ainda não me superei ao fato de eu não ser a pessoa que eu gostaria que fosse. Uma pessoa mais inteligente, mais bonita - confesso que eu importo com a beleza -...

Ah sei lá, não estou inspirada.
Não sou, nunca fui. Nunca serei.

Acho  melhor acabar por aqui... A única coisa que desejo neste momento é abraçar e conversar com o travesseiro... O melhor amigo, eu diria.

Ah... Como eu gostaria... Como eu gostaria...
Desordem mental. Desordem. Desejos. Desejos.
Ah, como eu sou uma IDIOTA.

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terça-feira, julho 19, 2011

O que quer que seja...

Untitled.

Em meados de março deste ano, aconteceu uma coisa que desde então, mudou o que eu tinha de ideias no mundo musical. Neste mês, três idiotas invadiram na casa de meus pais no momento em que eles estavam lá, foi um momento de tensão. Não fizeram nada com eles, ao menos isso. E levaram poucas coisas com a invasão, apenas dinheiro, gps, celulares e minha guitarra. E como alguns já sabem, eu não moro mais com meus pais, e eles moram numa cidade longe da capital, onde vivo atualmente - Goiânia.
O mais engraçado de tudo isso é o que estava planejado. Eu  estava num momento de muita vontade de voltar a tocar guitarra, e havia combinado que numa segunda ela seria entregue no meu apto. E eis que o acontecimento mencionado no primeiro parágrafo ocorre, num desses sábado de março.
Desde então, soube o que aconteceu, no começo eu não me conformava, hoje já não vejo mais motivo pra insistir em vida musical. Alguns bem sabem que eu quero ser produtora musical, pois bem, não deixei de querer. Mas deixei de querer saber tocar algo. Não é de hoje que eu venho tentar arranhar algumas coisas, fazer um acorde bem feito e dar uma palhetada. Há 5 anos que eu tento isso. Ok, não dá pra negar que eu sei tocar algo, mas nada que chegue perto de onde eu gostaria.
 
        E andei pensando, pra quê outra guitarra? Pra insistir nisso? Se eu sei aonde isso vai parar? Acho que não tenho talento para isso, ou alguma coisa que me impeça a fazer algo musicalmente. Há algum tempo que eu venho pensando em cantar, já que eu adoro fazer isso por hobby. Bem, é só uma ideia abstrata, nada definida.

Aquele tesão em tocar guitarra, aquela vontade, aquela paixão por guitarras parece ter desaparecido assim como o meu eu anda desaparecendo aos poucos. Sabe, eu queria ser foda em algo. Mas nem em ser gente eu consigo hahaha. É engraçado né?!
        Engraçado de como as coisas são tão contrárias de como gostaríamos. De como elas gostam de ser amargas. De como nós conseguimos ficar amargos perante a elas.
É, não tenho mais nada a dizer a respeito disso. Só digo que acabou... E não sei se isso é uma fase, mas... whatever.

sábado, julho 16, 2011

Phrase: [II]

Você sabe que é íntimo de alguém quando o silêncio entre vocês não é algo desconfortável.


Creio que essa frase seja do filme Pulp Fiction...

Atualização meio que forçada. Só.
Tchau.

domingo, junho 26, 2011

Anonimato.

              Eu gostaria de ser anônima. No sentido de todos não saberem quem sou, com quem moro. Melhor dizendo, gostaria que eu nem fosse um ser humano que veio por conta de uma relação íntima dessa espécie.
Gostaria de ser do tipo Cheshire. Aparece quando quer, pra presenciar e não viver.
Mas já que é impossível, temos que sofrer, respirar, fazer coisas que tampouco passam por nossas cabecinhas ridículas.
Ter que ser uma pessoa ridícula, que sorri, que tem sentimentos... Desnecessário, não?


Se fosse possível, ao menos, que seus pais soubessem nem quem sou eu...
Simples,

porém, impossível.

H.