quarta-feira, outubro 02, 2013

Relationships. Relacionamentos. Friendship. Amizade. Freundschaft. Beziehungen.

 Sabe por que me importo tanto com as pessoas? Principalmente se àquelas transmitirem a mim, uma conversa segura, com risos; conversas que me dão mais ainda vontade de ser mais amiga da pessoa, de conhecê-lo(a) melhor?!
... Bem, vamos lá.

Quem me conhece, sabe que moro sozinha há 3 anos e meio. Então, o único momento em que estou vivenciando com pessoas diferentes ao meu redor é no período em que estudo -  de manhã. E lá, na universidade, eu não tenho amigos. Não tenho ninguém próximo ou confiável naquele lugar, o que me faz ser uma pessoa isolada. Assim que as aulas acabam, eu não tenho pra onde ir que não seja minha casa.
E é assim, agora. Minha rotina tão sem graça. Minha rotina de merda! Minha rotina cuzona.
Eu passo 99% do meu tempo sozinha, sem conversar com ninguém, sem sorrir, sem fazer nada. Meu celular raramente toca e quando toca, é só minha mãe querendo saber se estou bem, se preciso de dinheiro, se vou fazer algo (ela mesma sabe que eu não faço nada e insiste em perguntar, em fazer essa pergunta idiota que me chateia). Meus amigos mesmo, estão na UFG. São pouquíssimos. E, ultimamente, tenho adorado conhecer pessoas novas.
Conheci muitas pessoas novas este ano - 2013 -, depois de tanta merda que aconteceu. Conheci pessoas que hoje considero especiais, por mais que não tenhamos uma conversa mais íntima um para com o outro, coisa que eu gostaria muito de desenvolver entre eles. Por isso, qualquer coisinha me chateia. Eu só quero companhia, só quero conversar, só quero ser sua amiga. Eu sou uma pessoa solitária. Não aguento mais não ter com quem conversar, não ter quem chamar pra vir passar uma tarde conversando aqui ou quando vou pra UFG e combino de conversar com quem considero meus amigos, mas estão ocupados e tem outras prioridades e assuntos para resolverem. Eu fico triste, muito triste, mas eu entendo perfeitamente.
Eu.. só queria uma amizade realmente íntima, sincera. Principalmente com uma pessoa que conheci recentemente e tem me travado atenção na sua inteligência, na sua conversa, companhia.
(Que fique claro, caro leitor, essa "travada" não passa de uma travada amistosa) 
As pessoas me falam pra eu não me apegar tanto, pra eu ser mais "pra mim". Mas como? Eu já tô cansada disso tudo. Eu chego em casa, mexo um pouco no computador e vou dormir. Não há nada pra fazer. Não há ninguém. Não há motivos. Não há nada. Eu cansei de ser só pra mim; quero me apegar, sim! Mas as pessoas, infelizmente, não se permitem do mesmo.

Porra... será que é tão difícil assim?!

segunda-feira, outubro 15, 2012

"É muito veneno pra pouca presa"


Só estou aqui para dizer o quanto estou CANSADA de ver panelinhas. É triste isso.

Não, não levarei esta discussão adiante. Não vale a pena. Aliás, eu quero discutir, mas... é inútil, e só vai piorar as coisas pra mim.
Só digo uma coisa para vocês, leitores... É muito veneno pra UMA presa. 


Adeus.

(Créditos para a frase usada no título: Vikki - uma pessoa que eu sei que posso chamá-lo de amigo).

quarta-feira, maio 23, 2012

Filmes.




                Hoje farei um post diferente. Não terá conteúdo que expresse o meu sentimento ou meu estado de espírito do momento, é apenas um "lembrete" e por querer discutir um pouco - mesmo que sozinha - a respeito disto. Logo, não estranhem, eu vou fazer mais posts do tipo. Ou não.
                Como alguns sabem, sou estudante de cinema/audiovisual. Logo, estou conhecendo mais filmes e quem me conhece, sabe que adoro a estética do cinema mudo. O preto e branco, a péssima qualidade, os ruídos. E venho então, conhecendo vários filmes com essa estética, com recomendação do meu professor da disciplina História do Cinema.
                Alguns dos filmes que listarei abaixo são filmes que o professor passou como forma de dar exemplos em algo estudado na disciplina, como por exemplo: a decupagem clássica, o primeiro cinema, realismo e naturalismo do cinema de época, as ideias de famosos cineastas, burlesco; enfim, são várias características e estudos da estética cinematográfica de época.

                Filmes vistos durante as aulas e estudados, seguidos de link do IMDB para maiores informações a quem interessar.
- True Heart Susie, de Griffith. (1919) http://www.imdb.com/title/tt0010806/
- The Birth of a Nation, Griffith. (1915) http://www.imdb.com/title/tt0004972/
- Safety Last!, Harold Lloyd. (1923) http://www.imdb.com/title/tt0014429/
- The battleship Potemkin, de Eisenstein. (1925) http://www.imdb.com/title/tt0015648/  (esse eu ainda não terminei de ver)

A lista não está completa, não consigo lembrar todos os nomes dos filmes. Mas assim que eu lembrar atualizarei a postagem. (como se isso realmente fosse de interesse de alguém). 

É.. Até.

sábado, maio 19, 2012

É uma saudade que bate e me deixa com vontade de...

... de ir aonde posso te presenciar, te ter por perto. Mas enquanto não estou por perto, acabo pensando nas besteiras, nas merdas que fiz contigo no passado e começo a me culpar constantemente, às vezes até chorar. Como pude ser tão estúpida?
É só revendo as coisas que passaram por nós para percebermos o valor que cada pessoa tem no nosso coração e mente. Minha vontade é te abraçar, mas isso ainda é tão difícil fazer. Você sabe, eu sou uma pessoa dificílima de demonstrar sentimentos, tenho uma personalidade forte e sou fria na maioria das vezes. Mas não é por querer sou assim contigo. É, talvez, vergonha de ser o que sou e ter feito o que fiz.

Só espero que não seja tarde demais em falar que eu te amo e que você é a pessoa de ouro da minha vida...

Obrigada por tudo...


[ É, é uma carta aberta, e os leitores (se é que eu tenho) não sabe pra quem escrevo e prefiro que fique assim. ]

domingo, janeiro 29, 2012

Schatten: Sentido.

Já imaginaste como seria sua vida sem as coisas que te rodeiam atualmente?
Se você sumir sem dar satisfações, pistas, como seria...? Você acha que alguém tentaria te procurar? Como seria seu retorno? Com boas recepções? Ou com uma frieza inesperada?

Sabe... A vontade que tenho atualmente é só pegar algumas mudas de roupas e sumir do mundo e das pessoas. Viajar, quem sabe. Sem telefone, sem qualquer tipo de comunicação, uma exclusão completa do que foi seu mundo para um novo. Mas, com intenção. Intenções emocionais, psicológicas.
Saber o que aconteceu durante seu sumiço e o seu retorno... Acho eu, que se eu fizesse isso e ficasse seis meses sem comunicar e sem sinais de vidas, não seria mais lembrada. Não teria alguém sentindo minha falta, ou comentando sobre meu sumiço para outrem.
O que me faz pensar qual o sentido de querer se envolver na sociedade? Qualquer tipo de envolvimento. Pode ser amoroso, afetivo, parental...

Se tudo está fadado para ser esquecido, por que ainda prossigo a minha vida? Ela já é tão miúda, sumindo, seria apenas um grão de areia. Ou você já é um grão e não percebe. [fluxo]
E ainda corremos o risco de, ao desaparecermos sem avisar, perder a amizade de quem realmente valorizava imediatamente. Afinal, as coisas podem esfriar, não é mesmo?

Um resumo do que seria meu sumiço:
Talvez eu escolhesse a Europa. E ficaria em algum vilarejo alemão, desconhecido. Em épocas de nevar... O local fica maravilhoso.  A situação meteorológica ilustra perfeitamente a minha vida . A depressão de um mundo nojento, cinzento. Em tempos "normais", sairia, viajando de trem, para cidades vizinhas. Compraria vários livros, tomaria vários chocolates quentes. Quanto às pessoas do vilarejo, pouco teria contato com elas. A ideia seria evitar qualquer tipo de contato humano. O único contato existente e proposto por mim seria os livros. Nada mais.

E o meu retorno? Chego em casa, percebo a diferença. As coisas já ficaram mais velhas. As pessoas daquela casa, que eu deixei pra trás, me olham com cara de dúvida. Querem perguntar o que houve, mas não vê motivos para fazer, afinal... Eles sabem que as tentativas de querer entender a situação serão em vão. Vou ao meu quarto, deixo uma pequena mala no canto e percebo o quão frio meu quarto está. Pego a moto, saio pela cidade. Percebo que ninguém me reconhece ou talvez reconhecessem, mas não fizeram alvoroço. Vejo aquelas pessoas que anteriormente, que eu chamava de amigos. Só aperto de mão e um breve comentário, seja lá qual for ("você sumiu!" "Estranha!").


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Qual o sentido?

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Friends... Why so important?

Não sei o que aconteceu. Fins de ano nunca me atingem, mas hoje me atingiu... Não sei porquê. Aliás, sei...
Tomei uma decisão que me fez ficar muito triste por muito tempo - ainda me deixa assim -, mas é o que eu devo fazer: Sair da UFG. Já até chorei por esta decisão... É muito medo... Medo de perder o que criei lá.


Lá onde eu criei amigos queridos os quais nunca vou esquecê-los.

Esse post é dedicado àqueles que fazem parte da minha vida, sendo de forma diária, indireta ou direta.

Felipe, sou bastante grata por ter te conhecido. Tem sido um grande amigo ao meu lado, me fazendo companhias nas viagens diárias para o Samambaia, das nossas conversas na FAV e das nossas besteiras. Segredos, coisas amorosas, quanta coisa aconteceu. Você é um amigo querido, e te adoro muito. Não esquecerei de ti, e ainda vou te dar muita carona pra UFG e ainda farei vários chocolates de panela pra você :)


Segunda turma de DPA (2011/2): Também sentirei falta de todos vocês. Maior parte da nossa turma decidiu também outros rumos, mas espero que o contato não acabe. Vocês são especiais. Mesmo que a maioria vá para outros lugares, vamos continuar nos vendo?! Marquemos uma saideira, paguemos várias rodadas de cerveja. E para aqueles que vão ficar, mantenha informados àqueles que irão sair do curso. Para rirmos dos novos professores, ou xingá-los por vocês. Hehe. Obrigada turma, pelos momentos legais que aconteceram dentro da EMAC.

Não sei, não estou boa para escrever. Irei modificar o post aos poucos, até que ele fique ao meu agrado e ao agrado dos leitores. Sei que está carecendo emoção nas coisas que escrevi, mas foi o máximo que consegui.
É tão difícil transmitir nossos sentimentos em formas de palavras. Eu sei, é complicado. É uma tarefa árdua.

Para quem não foi citado, não se preocupe. Este texto será modificado com o passar do tempo, dos dias.. Enfim. Não tá completo.
E por favor, desconsiderem os erros de português. Escrevi com pressa.

quinta-feira, novembro 24, 2011

Instabilidade em pessoa. // (fluxo de consciência?)

Há tempos não posto aqui. Não é por falta de tempo, e sim por falta de inspiração divina, por não saber escrever e nem expressar os sentimentos - que por incrível que pareça, consigo ter -.
Não sei o que me deu agora, mas resolvi escrever. E desta vez, escrevo algo pessoal...

Como o próprio título que dei a este post, falarei do quão instável meu ser é. Ora sinto-me infeliz, idiota, sem saber o que está fazendo nesse mundo tão perdido; ora sinto-me melhor, não sei se feliz, mas eu diria bem. Em alguns dias estive extremamente bem.
Mas eu só permaneço neste estado ('extremamente bem') em questão de segundos, em horas talvez.

Pelo visto ainda não me superei ao fato de eu não ser a pessoa que eu gostaria que fosse. Uma pessoa mais inteligente, mais bonita - confesso que eu importo com a beleza -...

Ah sei lá, não estou inspirada.
Não sou, nunca fui. Nunca serei.

Acho  melhor acabar por aqui... A única coisa que desejo neste momento é abraçar e conversar com o travesseiro... O melhor amigo, eu diria.

Ah... Como eu gostaria... Como eu gostaria...
Desordem mental. Desordem. Desejos. Desejos.
Ah, como eu sou uma IDIOTA.

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